Investigação sobre Lulinha deve ficar no STF mesmo após pedido da PGR
🔥 PRIME DAY AMAZON

Aproveite as Melhores Ofertas do Prime Day

Descontos exclusivos em notebooks, celulares, livros, eletrônicos, escritório, casa inteligente, Alexa, Kindle, SSD, monitores, impressoras e muito mais.

⚡ Ofertas por tempo limitado. Os estoques podem acabar rapidamente.

🛒 Acessar Ofertas do Prime Day
🚚 Frete Prime 💳 Parcelamento 🏷️ Descontos Exclusivos 🔒 Compra Segura

Transparência: O SpedTax participa do Programa de Associados da Amazon e pode receber comissão por compras qualificadas realizadas por meio deste link, sem custo adicional para você.

Investigação sobre Lulinha deve ficar no STF mesmo após pedido da PGR
Lulinha STF PGRExpectativa é que André Mendonça mantenha a relatoria dos inquéritos

As investigações sobre o caso Lulinha, que estão sob a relatoria do ministro André Mendonça, devem permanecer no Supremo Tribunal Federal (STF), mesmo após o pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para o envio dos inquéritos para a 1ª instância judicial. 

O filho do presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva, é investigado em pelo menos três inquéritos – dois estão com Mendonça e um terceiro está com Flávio Dino. As apurações buscam esclarecer supostos crimes de tráfico de influência. 

Conheça o JOTA PRO Poder, plataforma de monitoramento que oferece transparência e previsibilidade para empresas

Nos bastidores, a expectativa é que Mendonça mantenha a relatoria dos inquéritos e, em caso de recurso contra a decisão, cálculos internos mostram que ele deve conseguir a maioria na 2ª Turma. Como é um caso penal, o regimento do STF prevê julgamento nas turmas.

A 2ª Turma é composta por Mendonça, Gilmar Mendes, Luiz Fux, Dias Toffoli e Nunes Marques. Embora tenham circulado notícias na imprensa de que Marques poderia se declarar impedido por conta da proximidade com um dos investigados, isso não deve ocorrer, uma vez que o ministro não tem relação com a investigação. 

Entre os argumentos que podem ser usados para a manutenção do caso no STF está o fato de eventuais prejuízos à investigação em curso, além do fato de as investigações terem surgido a partir de provas vindas do inquérito do INSS. Outro argumento será o das investigações poderem chegar a pessoas com prerrogativa de foro. 

Há uma leitura dentro da Corte da tentativa de tirar o caso da relatoria de Mendonça por parte da PGR e da PF por conta dos pedidos de livre distribuição entre os ministros dos inquéritos, mesmo eles tendo se originado a partir da investigação do INSS, e agora, o pedido para o caso Lulinha ir para a 1ª instância.

O que ajuda a cultivar essa hipótese é o fato de a PGR ter agido de ofício, ou seja, sem provocação da defesa ou a pedido do relator. Pessoas próximas a Mendonça estranharam o movimento da PGR. Ainda não há informações se a PGR fez o mesmo pedido no inquérito relatado por Flávio Dino. 

Por outro lado, também há interpretação dentro do STF de que o caso Lulinha não deveria ficar no STF porque ele não tem prerrogativa de foro. Mas essa visão não deve prevalecer no plenário onde a questão deve chegar: a 2ª Turma.

🔥 PRIME DAY AMAZON

Aproveite as Melhores Ofertas do Prime Day

Descontos exclusivos em notebooks, celulares, livros, eletrônicos, escritório, casa inteligente, Alexa, Kindle, SSD, monitores, impressoras e muito mais.

⚡ Ofertas por tempo limitado. Os estoques podem acabar rapidamente.

🛒 Acessar Ofertas do Prime Day
🚚 Frete Prime 💳 Parcelamento 🏷️ Descontos Exclusivos 🔒 Compra Segura

Transparência: O SpedTax participa do Programa de Associados da Amazon e pode receber comissão por compras qualificadas realizadas por meio deste link, sem custo adicional para você.

Scroll to Top